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Mercado aberto - Possível derrubada de veto à lei do ISS preocupa empresas

por Notícias às 09:51 de 16/05/2017 em Mercado de Cartões

Fonte: FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO

A possibilidade de que seja votada nesta semana a derrubada a um veto na lei que regula o ISS (Imposto Sobre Serviços) tem gerado preocupação entre empresas financeiras e de planos de saúde.

O trecho, vetado pelo presidente Michel Temer no fim de 2016, determinava que o ISS fosse recolhido no local de prestação do serviço, e não na cidade-sede da companhia.

O Congresso tem a intenção de marcar a votação para a noite desta quarta (17), mas não foi confirmada, segundo a assessoria do Senado.

A mudança seria um “pesadelo operacional”, afirma Ricardo Vieira, diretor-executivo da Abecs, que reúne empresas de cartões de crédito. Indústria propõe criação de unidade de banco dos Brics no Brasil.

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) solicitou ao governo um representante no escritório do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento, operado pelos países do Brics) no Brasil.

A demanda foi levada a três ministérios —Relações Exteriores, Fazenda e Indústria—, de acordo com a entidade.

Empresários reclamam que a falta de um escritório regional limita o acesso a informações sobre financiamentos ou garantias, segundo a CNI.

A instituição dos Brics oficializou, no último dia 26, um empréstimo de US$ 300 milhões (R$ 933,25 milhões) ao Brasil, feito via BNDES.

Os recursos, voltados para energia renovável, ainda não foram destinados a nenhum empreendimento, segundo o banco brasileiro.

RAI0-X NDB 600 MW

US$ 1,019 BILHÃO é o valor total das operações anunciadas com os Brics

A alta do custo operacional pode inviabilizar a prestação dos serviços em cidades pequenas, principalmente para companhias de menor porte, afirma o superintendente da Abramge (de planos de saúde), Francisco Wisneski.

Também seriam afetadas operações de leasing, consórcio e fúndos de investimento.

A mudança no recolhimento atendia a uma demanda das prefeituras para ampliar sua arrecadação, diz o presidente da CNM (confederação de municípios), Paulo Ziulkoski.